A Yuool nasceu de um encontro por acaso na Itália, no início de 2017, entre empreendedores brasileiros que procuravam um tecido de lã de alto desempenho e Stefano Aglietta, dono de uma indústria de fios italiana. A primeira venda online aconteceu em 15 de dezembro daquele mesmo ano, depois de quase doze meses de testes até o produto ficar do jeito que a gente queria.
Esta é a história de como uma cadeia têxtil centenária da Itália se encontrou com a indústria calçadista do Sul do Brasil, e o que aprendemos no caminho.
O encontro que não estava no roteiro
A busca era específica: um tecido de lã que aguentasse ser usado em calçado, com desempenho técnico de verdade, para um nicho que quase ninguém no Brasil explorava. Lã em tênis soava estranho na época, e ainda soa para muita gente.
Durante uma viagem à Itália, no começo de 2017, conhecemos Stefano Aglietta por acaso. Ele é dono de uma indústria de fios tradicional italiana. Contamos a ideia, ele se interessou na hora e entrou no projeto.
Foi assim que duas histórias que não se cruzariam passaram a trabalhar juntas: a cadeia têxtil italiana, com décadas de refino em fiação, e a indústria calçadista brasileira, concentrada no Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul.
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Um ano de testes antes da primeira venda
Entre o encontro e a primeira venda passou quase um ano. Não foi tempo perdido: era o que levava para acertar o comportamento da lã merino em um produto que precisa ser calçado todo dia, lavado, amassado e usado em pé por horas.
Em 15 de dezembro de 2017 saiu a primeira venda online. Um modelo só, sem loja física, sem catálogo.
No primeiro ano, vendemos oito vezes mais do que tínhamos projetado.
O que escolhemos não fazer
A Yuool foi desenhada para não repetir o que incomodava no varejo tradicional. Algumas escolhas se mantêm até hoje.
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Poucos modelos, ciclo longo. Começamos com um produto só. A ideia nunca foi lançar coleção a cada estação, e sim fazer um calçado que continue fazendo sentido anos depois.
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Preço estável. A matéria-prima é cara e o preço reflete isso. Promoção constante obrigaria a cortar em algum lugar, e o lugar seria o produto.
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Grade completa. Poucos modelos existirem também significa conseguir manter tamanho disponível para quem procura.
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Durabilidade como conforto. Um calçado que dura mais é mais confortável de possuir. É por isso que os nossos podem ir para a máquina de lavar.
O que mudou de 2017 para cá
Muita coisa. Saímos de um modelo para seis linhas, entre Classic, Fit, Fit Prime, Slip On, Nomad e Low, a primeira com fôrma exclusivamente feminina.
Abrimos lojas próprias, no Iguatemi da Faria Lima, em São Paulo, e no Pontal, em Porto Alegre. Passamos a estar em lojas parceiras. E nos tornamos a primeira calçadista brasileira com Certificação B, que avalia impacto social e ambiental do negócio inteiro, não de um produto.
O que não mudou foi a origem do fio. A lã merino continua sendo fiada e tecida na Itália, com o selo Nativa Precious Fiber, que rastreia a fibra da fazenda até o tecido. E os calçados continuam sendo feitos no Rio Grande do Sul.
Perguntas frequentes
Quando a Yuool foi fundada?
A ideia nasceu em uma viagem à Itália no início de 2017, e a primeira venda online aconteceu em 15 de dezembro de 2017.
A Yuool é uma marca brasileira?
Sim. A empresa é brasileira e os calçados são fabricados no Rio Grande do Sul. A lã merino vem da Itália, onde é fiada e tecida.
Quem é o sócio italiano da Yuool?
Stefano Aglietta, dono de uma indústria de fios tradicional italiana, que entrou no projeto logo no primeiro encontro, em 2017.
Por que a Yuool usa lã em tênis?
Porque a lã merino regula temperatura, absorve umidade e acumula menos odor que materiais sintéticos. Era justamente esse desempenho que procurávamos quando a marca nasceu.
Onde os produtos são fabricados?
No Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul, polo calçadista do Brasil.
A história da Yuool: um encontro por acaso na Itália
A Yuool nasceu de um encontro por acaso na Itália, no início de 2017, entre empreendedores brasileiros que procuravam um tecido de lã de alto desempenho e Stefano Aglietta, dono de uma indústria de fios italiana. A primeira venda online aconteceu em 15 de dezembro daquele mesmo ano, depois de quase doze meses de testes até o produto ficar do jeito que a gente queria.
Esta é a história de como uma cadeia têxtil centenária da Itália se encontrou com a indústria calçadista do Sul do Brasil, e o que aprendemos no caminho.
O encontro que não estava no roteiro
A busca era específica: um tecido de lã que aguentasse ser usado em calçado, com desempenho técnico de verdade, para um nicho que quase ninguém no Brasil explorava. Lã em tênis soava estranho na época, e ainda soa para muita gente.
Durante uma viagem à Itália, no começo de 2017, conhecemos Stefano Aglietta por acaso. Ele é dono de uma indústria de fios tradicional italiana. Contamos a ideia, ele se interessou na hora e entrou no projeto.
Foi assim que duas histórias que não se cruzariam passaram a trabalhar juntas: a cadeia têxtil italiana, com décadas de refino em fiação, e a indústria calçadista brasileira, concentrada no Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul.
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Um ano de testes antes da primeira venda
Entre o encontro e a primeira venda passou quase um ano. Não foi tempo perdido: era o que levava para acertar o comportamento da lã merino em um produto que precisa ser calçado todo dia, lavado, amassado e usado em pé por horas.
Em 15 de dezembro de 2017 saiu a primeira venda online. Um modelo só, sem loja física, sem catálogo.
No primeiro ano, vendemos oito vezes mais do que tínhamos projetado.
O que escolhemos não fazer
A Yuool foi desenhada para não repetir o que incomodava no varejo tradicional. Algumas escolhas se mantêm até hoje.
O que mudou de 2017 para cá
Muita coisa. Saímos de um modelo para seis linhas, entre Classic, Fit, Fit Prime, Slip On, Nomad e Low, a primeira com fôrma exclusivamente feminina.
Abrimos lojas próprias, no Iguatemi da Faria Lima, em São Paulo, e no Pontal, em Porto Alegre. Passamos a estar em lojas parceiras. E nos tornamos a primeira calçadista brasileira com Certificação B, que avalia impacto social e ambiental do negócio inteiro, não de um produto.
O que não mudou foi a origem do fio. A lã merino continua sendo fiada e tecida na Itália, com o selo Nativa Precious Fiber, que rastreia a fibra da fazenda até o tecido. E os calçados continuam sendo feitos no Rio Grande do Sul.
Perguntas frequentes
Quando a Yuool foi fundada?
A ideia nasceu em uma viagem à Itália no início de 2017, e a primeira venda online aconteceu em 15 de dezembro de 2017.
A Yuool é uma marca brasileira?
Sim. A empresa é brasileira e os calçados são fabricados no Rio Grande do Sul. A lã merino vem da Itália, onde é fiada e tecida.
Quem é o sócio italiano da Yuool?
Stefano Aglietta, dono de uma indústria de fios tradicional italiana, que entrou no projeto logo no primeiro encontro, em 2017.
Por que a Yuool usa lã em tênis?
Porque a lã merino regula temperatura, absorve umidade e acumula menos odor que materiais sintéticos. Era justamente esse desempenho que procurávamos quando a marca nasceu.
Onde os produtos são fabricados?
No Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul, polo calçadista do Brasil.